A Holandesa me passou (quanta honra!) e eu repasso:
As regras:
1º) Fazer uma lista com 8 coisas que sonhamos fazer antes de morrer;
2º) Ao finalizar convidar 8 parceiros de blogs amigos;
3º) Deixar um comentário no blog de quem nos convidou;
4º) Deixar um comentário no blog dos nossos convidados, para que saibam da intimação;
5º) Mencionar as regras.
A minha ordem é aleatória.
Eu sonho ter saúde e estar independente até morrer. Um dos meus maiores medos é ter alguma doença incapacitante, daquelas em que a cabeça está bem e o corpo não obedece, ou daquelas em que estamos taralhocas de todo e a dar preocupações e trabalhos para os outros. Eu ajudo a Associação dos Doentes de Alzheimer. Não tive nem tenho nenhum familiar com essa doença, mas acho que nem é preciso isso para que possamos ajudar. Na primeira reportagem que fiz, fiquei tão sensibilizada que hoje em dia falo dela a todos.
Queria ficar juntinho de LF até o final da vida também. Não é necessário dizer o porquê. J
Queria muito conhecer a Rússia. LF viveu lá e tem recordações belíssimas. Mas, sempre que peço para irmos lá, ele diz que já não é a mesma coisa, que está um país um bocadinho violento, com máfias, etc. Mas, o que é isso para quem viveu no Rio de Janeiro???!
Gostava de ter uma casa, com um jardim e espaço para uma pequena horta … Poder mexer na terra, descansada, deve ser uma maravilha. Eu imagino um dia, mais velha, poder estar a plantar flores, criando belos canteiros; e a plantar pequenos vasos com ervas aromáticas. Já plantar e colher os meus próprios tomates… Beeeemmm, acho que seria pedir um pouquinho demais.
Costumo dizer que, se me calhasse o euromilhões, passava um ano na corp#%* dermo%#&* (uma clínica com tudo) e saía de lá ‘translumbrante’. Mas, na realidade, o que eu gostava mesmo era poder comer as coisas que gosto, ter um corpinho mais ou menos (não sou muito exigente) e envelhecer de forma positiva, tendo a real noção da idade que tenho (cada um vive como quer e gosta, mas não consigo ver certas mulheres mais velhas a vestirem-se ou comportarem-se como adolescentes).
Gostava de ter muita paz interior. Acordar já de bom-humor, não me chatear com coisas sem jeito nenhum,
Aprender a cantar. Eu adoraria… Não precisava ser uma cantora de ópera, mas poder cantar com uma voz suave e afinadinha.
Apadrinhar várias crianças em África. Já que não quero ter filhos, gostava de poder ajudar essas crianças. E, se agora não quero filhos, também não deixo de lado a possibilidade de, no futuro, vir a adoptar mesmo uma criança. Aliás, acho que essa possibilidade enche o meu coração muito mais do que vir a ter filhos meus.
E agora? Para quem passar?
Passo à Agridoce, à Carla, ao Gustavo e Marcele, à Maharani e à Van’Or (mas, como estou sem tempo hoje, deixo o recadinho na segunda… Se eu não morrer antes… ihihihihihih)