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Archive for Julho, 2008

Com a profissão que tenho, não posso deixar de ficar espantada quando acesso o site de um jornal e recebo a seguinte mensagem:

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Bem…

Sinceramente acho que determinadas coisas nas nossas vidas são para serem feitas mesmo. Quando recebi o desafio da lista com 8 coisas que sonhamos fazer antes de morrer, não parei muito para pensar e listei aquilo que me importa, realmente antes de deixar este mundo.

Acho que é possível fazer algo para não ficar dependente na velhice. Fazer muito exercício físico, cuidar da alimentação, treinar a mente… É claro que existem doenças que nos ‘atacam’ sem causa aparente, mas sempre podemos dar uma ajudinha para tentar evitá-las. E eu ainda estou a fazer quase tudo ao contrário: não faço ginástica, não me alimento bem… Acho que só cuido mesmo do intelectual. Ah, e já fiz o acordo com LF: em caso de doença incapacitante, estado vegetativo, etc… não me deixem ficar. Prefiro partir com alguma dignidade, e não sofrer como Chantal Sébire.

Quanto a ficar o resto da vida com LF… claro que é uma coisa a fazer. Casar, ou viver junto, ou qualquer outro tipo de relacionamento (até amizade) são parcerias, em que os dois precisam fazer algo. É cliché dizer que o amor é uma planta, que tem que cuidar, mas é verdade. E eu pretendo fazer muitas coisas para que o nosso amor continue, para que não caia na rotina, para que não desapareça…

 

Peço desculpas se incomodei, magoei ou chateei alguém. Não sou uma pessoa muito fácil. As minhas melhores amigas são pessoas que, muitas vezes, me encontram uma vez por ano (se muito). Eu queria dedicar menos tempo e preocupações ao trabalho, mas a profissão que escolhi não me deixa. Pelo contrário. Sou constantemente cobrada a respeito de muitas coisas que acontecem e, só agora tenho aprendido a dizer ‘não faço’, ‘não vou’ ou ‘não posso’. Porque eu também tenho direito a uma vida pessoal, e não quero ver o meu marido míseras três horas por dia, durante o jantar, e ‘capotar’ no sofá, levantando só para ir dormir na cama.

Por estar sempre a fazer 2 mil e uma coisas ao mesmo tempo, muitas vezes descuro das minhas amizades ou acabo por procrastinar alguns compromissos. Isso não é bonito, eu sei. E depois, fico envergonhada com isso…

Devia ter incluído isso na minha lista: Fazer menos e melhor!  

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A Holandesa me passou (quanta honra!) e eu repasso:

As regras:
1º) Fazer uma lista com 8 coisas que sonhamos fazer antes de morrer;
2º) Ao finalizar convidar 8 parceiros de blogs amigos;
3º) Deixar um comentário no blog de quem nos convidou;
4º) Deixar um comentário no blog dos nossos convidados, para que saibam da intimação;
5º) Mencionar as regras.

 

A minha ordem é aleatória.

 

Eu sonho ter saúde e estar independente até morrer. Um dos meus maiores medos é ter alguma doença incapacitante, daquelas em que a cabeça está bem e o corpo não obedece, ou daquelas em que estamos taralhocas de todo e a dar preocupações e trabalhos para os outros. Eu ajudo a Associação dos Doentes de Alzheimer. Não tive nem tenho nenhum familiar com essa doença, mas acho que nem é preciso isso para que possamos ajudar. Na primeira reportagem que fiz, fiquei tão sensibilizada que hoje em dia falo dela a todos.

 

Queria ficar juntinho de LF até o final da vida também. Não é necessário dizer o porquê. J

 

Queria muito conhecer a Rússia. LF viveu lá e tem recordações belíssimas. Mas, sempre que peço para irmos lá, ele diz que já não é a mesma coisa, que está um país um bocadinho violento, com máfias, etc. Mas, o que é isso para quem viveu no Rio de Janeiro???!

 

Gostava de ter uma casa, com um jardim e espaço para uma pequena horta … Poder mexer na terra, descansada, deve ser uma maravilha. Eu imagino um dia, mais velha, poder estar a plantar flores, criando belos canteiros; e a plantar pequenos vasos com ervas aromáticas. Já plantar e colher os meus próprios tomates… Beeeemmm, acho que seria pedir um pouquinho demais.

 

Costumo dizer que, se me calhasse o euromilhões, passava um ano na corp#%* dermo%#&* (uma clínica com tudo) e saía de lá ‘translumbrante’. Mas, na realidade, o que eu gostava mesmo era poder comer as coisas que gosto, ter um corpinho mais ou menos (não sou muito exigente) e envelhecer de forma positiva, tendo a real noção da idade que tenho (cada um vive como quer e gosta, mas não consigo ver certas mulheres mais velhas a vestirem-se ou comportarem-se como adolescentes).

 

Gostava de ter muita paz interior. Acordar já de bom-humor, não me chatear com coisas sem jeito nenhum,

 

Aprender a cantar. Eu adoraria… Não precisava ser uma cantora de ópera, mas poder cantar com uma voz suave e afinadinha.

 

Apadrinhar várias crianças em África. Já que não quero ter filhos, gostava de poder ajudar essas crianças. E, se agora não quero filhos, também não deixo de lado a possibilidade de, no futuro, vir a adoptar mesmo uma criança. Aliás, acho que essa possibilidade enche o meu coração muito mais do que vir a ter filhos meus.

 

E agora? Para quem passar?

 

Passo à Agridoce, à Carla, ao Gustavo e Marcele, à Maharani e à Van’Or (mas, como estou sem tempo hoje, deixo o recadinho na segunda…  Se eu não morrer antes… ihihihihihih)

 

 

 

 

 

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